Veja aqui o orgulho de nosso país!
Pensamento Involuntário XVIII
20 agosto, 2008 às 2:24 pm (pensamento involuntário)
Bem me sabe o amor que completa e aquece. É sabor que afeta a todos, desde mim até você. É cheiro de Tabule na mesa e perfume na varanda. Esse amor também é oculto (secreto); me veste com tachim que se cobre os livros de poemas; deixa marcas, me transforma em uma tágide.
Pensamento Involuntário XVII
19 agosto, 2008 às 3:49 pm (pensamento involuntário)
Não me fales de ontem, pois acordei com os pés de fora hoje; quero lembrar apenas do que vale a pena, tirar esses macacos da cabeça pois o tempo passa a correr. Talvez amanhã, talvez hoje mesmo a gente se encontre e descubra que fizemos tempestade em copo d’água.
Para: Ma
Pensamento Involuntário XXVI
19 agosto, 2008 às 3:36 pm (micropensamentos)
Ele era um habitué do bistrô, conhecia as sacas e os grãos; o torrado deitava manso, o dia estava ganho.
Primeira medalha de Portugal em Pequim
18 agosto, 2008 às 3:05 pm (Uncategorized)
Tenho que registrar aqui este momento muito importante para nós.
Pequim, 18 ago (Lusa) – Vanessa Fernandes, medalha de prata no triatlo feminino dos Jogos Olímpicos de Pequim, disse nesta segunda-feira que a conquista “vale muito mais” do que ouro.
“É mais do que ouro. É uma medalha importante e que me sabe muito bem”, disse a atleta do Benfica.
Fonte: Lusa (Agência de Notícias de Portugal S.A)
Rússia e Georgia
13 agosto, 2008 às 4:49 pm (micropensamentos)
Quando a paz se transforma em um “plano” é sinal que as coisas estão fora de controle.
Pensamento Involuntário XXV
11 agosto, 2008 às 9:53 pm (pensamento involuntário)
Eu acreditva na distância que havia entre nós; procurávamos os caminhos que nos distanciariam; falávamos no pretérito; esperávamos que o outro dissesse adeus; éramos ocos, porém cheios de nós mesmos. Hoje um é héspero o outro vésper.
Pensamento Involuntário XXIV
11 agosto, 2008 às 5:03 pm (pensamento involuntário)
“Vient de paraitre” gritava o jovem moço dono da editora. Parecia se gabar de ter escrito o que não sabia dizer com palavras. Era moço e era forte, mas seu livro era pouco animoso.
Pensamento Involuntário XXIII
7 agosto, 2008 às 5:48 pm (pensamento involuntário)
Ela escrevia em rascunhos, porque era o próprio resto do que se imaginava ser; ela despedia-se com um lamento, porque era murmúrio de vida; ela dependia de outra que não ela para que fosse ela mesma, e todos os seus motivos não lhe pertenciam, pois eram ofertados pela sombra que a acompanhava. Ela era aguardente, porque tinha ardor e asco pela mesma coisa; ela era eu, mas eu não era ela: não consegui fugir e hoje alimento esse outro lado meu. Eu escrevo em rascunhos, porque ela não escolhe a seda; eu me despeço em lamentos, porque ela não tem boca; eu dependo dela para deixar de ser quem fui um dia: eu não escolho, é ela quem me guia. Ela não quer fugir de mim, e eu não quero abandoná-la ainda.
Pensamento Involuntário XXII
7 agosto, 2008 às 3:46 pm (micropensamentos)
Nogueira era filofóbico quando eu o conheci.”
Pensamento Involuntário XXI
7 agosto, 2008 às 3:38 pm (micropensamentos)
“Ele resistia ao seu amor, talvez por vontade própria, talvez por culpa alheia. Ambos sabiam que amarem-se era uma questão de farno!”
Discurso Directo
5 agosto, 2008 às 7:15 pm (opinicrônica)
Escrever não me poupa forças; escrever é uma exposição que todos estão voluntariamente de acordo. Escrever está directamente relacionado com sua experiencia de vida. Eu, aqui me despojo de tudo que possa ser premeditado e me lanço nesse mar de possibilidades que é o universo da literatura. E tenho dito!
Pensamento Involuntário XX
5 agosto, 2008 às 11:28 am (pensamento involuntário)
Eu era um iniódimo, vomitando amarguras e inveja pelas bocas. Eu não me calava porque precisava destilar o veneno que me consumia a alma. Ainda estou de joelhos tragando as coisas que me saíram sem que eu pudesse escolher; sem que houvesse um meio de separar o bem do mau.
Pensamento Involuntário XIX
30 julho, 2008 às 10:42 am (micropensamentos)
Havia uma história que eu deveria contar, mas o fim chegou antes de mim.
Pensamento Involuntário XVIII
30 julho, 2008 às 10:40 am (pensamento involuntário)
Parece-me que (aqui) estamos desgovernados; são ausências de lutas; somos violência social espalhadas por toda parte (hobbes que o diga). Gestão, desorientação, freio, direção: nada nos guia. O mundo precisa de amor (john)! Estou a jogar palavras para colher respostas concretas e definitivas, mas talvez seja melhor; ou seja o tempo de descansar (por enqunto, mas não definitivamente). Não podemos nos calar.
Pensamento Involuntário XVII
30 julho, 2008 às 10:31 am (pensamento involuntário)
Se está a descobrir coisas novas, coisas novas sobre mim, há de ver que aqui (dentro) nada se comporta como poderia ser: da minha parte só vos posso dizer que te espero deixar-se cair por todos esses motivos; ou cair sem motivos, mas com fé.
Pensamento Involuntário XVI
28 julho, 2008 às 11:18 am (pensamento involuntário)
Quando fechou a porta atrás de si, pensou ter deixado do lado de fora o amor que sentia por ele; percebeu na hora de dormir que a cama estava mais fria que o habitual. As coisas se resolveriam no dia seguinte: compraria um cobertor elétrico.
Pensamento Involuntário XV
25 julho, 2008 às 11:14 am (pensamento involuntário)
Antes eu mentia, hoje escondo a verdade. Talvez porque a mentira e a verdade sejam ilusões da mente. Talvez a palavra também seja uma ilusão, assim como a liberdade e a sensação de que ela nos pertence; mas ela não existe de verdade. É facto que não conhecemos as intenções Dele. A lógica não é um método: é um jogo de palavras.
Pensamento Involuntário XIV
25 julho, 2008 às 10:21 am (micropensamentos)
O homem é a parte de fora da mulher; a mulher é a parte de dentro do homem; o filho é o elo que transforma as partes no todo.
Narrando os fatos
24 julho, 2008 às 9:02 am (pensamento involuntário)
Fato 1 – Havia um homem e havia uma mulher.
Fato 2 – Não havia de fato algo que impedisse o que se seguiria.
Fato 3 – Sexo é um método usado de fato e de acto para a concepção de um outro ser humano.
Fato 4 – Os seres humanos dividem-se em homems e mulheres.
Fato 5 – Homens e mulheres são o primeiro fato.